24 agosto 2008

Mitos sobre a CERVEJA

Como dizem que estou bebendo muito, seguem algumas informações importantes e interessantes sobre o etilismo, que tem por objetivo desmistificar alguns conceitos duvidosos em nossas cabeças…

MITO: O uso continuo do álcool pode levar ao uso de drogas mais pesadas?
Não, o álcool e a mais pesada das drogas, apenas uma garrafa de cerveja, pesa cerca de 900 gramas.

MITO: A cerveja causa dependência psicológica?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados afirmam que preferem whisky.

MITO: Mulheres grávidas podem beber sem risco?
Sim. Está provado que nas blitz da polícia, eles nunca pedem pra fazer o teste nas gestantes… E quando elas tem que andar em linha reta, os guardas acham que ela esta torta pelo peso da barriga.

MITO: Cerveja pode diminuir os reflexos dos motoristas?
Não. Uma experiência foi feita c/ mais de 500 motoristas: foi dada 1 caixa de cerveja para cada um, e, em seguida, colocaram um por um diante de um espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

MITO: Existe alguma relação entre bebida e envelhecimento?
Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se vc deixar a cerveja aberta em cima da mesa por muito tempo sem um acondicionamento especial, ela perde o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.

MITO: A cerveja atrapalha no rendimento escolar?
Não, pelo contrario. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas com a venda de cerveja nas proximidades de bares universitários.

MITO: Bebida mata?
Sim. Anos atras, soube-se que um rapaz, ao passear pelas ruas, foi atingido por 1 caixa de cerveja que caiu de um caminhão, levando-o a morte instantânea. Alem disso, casos de infarto do miocardio em idosos tem sido associados às propagandas de cervejas com modelos gostosas.

MITO: O que faz com que a bebida chegue aos adolescentes?
Inúmeras pesquisas vem sendo feitas por laboratórios de renome. Todas indicam que em primeiro lugar estaria o garçom.

Consideração final: A bebida causa diminuição da memória?
Que eu me lembre, não…


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By Juliano Caçula

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